"Depois do inverninho marromenos do Rio de Janeiro, descemos ao sul do Brasil, onde fez frio de gente grande. E eu, a duríssimas penas, exerci maternidade no frio. Que me perdoem as mães do calor mas aqui vai a verdade, sem cortes: ser mãe no calor é muuuuuito do café com leite, senhoras.
Se você quiser fazer o teste mega-plus-star da maternidade, seja uma mãe de frio.
Sério. Ao observar uma mãe do frio em ação eu me sinto uma farsa, uma impostora, um José Sarney, com minhas roupinhas leves e banhos longos e destemidos.
Mães do frio agasalham, aquecem, desmelecam, cobrem, desfebram. Servem bebidas aquecidas, requentam, “o chão tá gelado!”, “o vento dá otite!”, “cadê a toca desse menino?” “e essa roupa que não seca!”
O inverninho do Rio dá até praia. Em Cingapura não tem inverno. Isso faz de mim uma sub-classe de mãe, uma mãe do calor, mulher de vida fácil. Fica aqui minha modesta homenagem a todas as mães do frio. Vocês são fodonas, recebam meu forte abraço impostor."
Para ler o resto do post clique aqui. É do blog Piscar de Olhos escrito pela Roberta, uma divertida brasileira que vive em Cingapura e é mãe do Noah que é um fofo.
Pois é... e as avós do frio? Imaginem a cena: o netinho, fofinho, gorduchinho, cheio de energia, correndo por entre flores, árvores, em busca do balanço e do escorregador... Ela, curtindo um frio, enquanto ele diz, apontando o que quer: "este!!! este"... A avó, feliz, atrás e tentando entender: o que ele quer mesmo? Entre um e outro - O FRIO!!! brbrbr!!!! Mas não faz mal, ela sabe que avó é prá isso mesmo: correr atrás do Bernardo e curtir a felicidade de vê-lo num "frio e vento de renguear cusco" querendo ir no balanço ou no escorregador quando está na casa da vovó.. Beijinhos.
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