Impresso em letras grandes e espaço duplo com amplas margens e folhas brancas marcando o início de cada capítulo, promete, nas primeiras 52 páginas ser uma inovação na pedagogia infantil, pois mostrará como se comportar diante dos filhos para que sejam crianças felizes e responsáveis, diferente das obras até então escritas que limitavam-se a dizer o que não fazer. A partir da página 59 (sim porque entre a 52 e a 59 só temos páginas em branco e um título) a autora nos mostra como superar tais dificuldades: dando limites. Limites esses que não acabarão com os escândalos, as birras, os choros ou as brigas, mas se esperarmos pacientemente por ANOS (!!), deixarão se existir. (isso me lembra do famoso quando casar, sara, que a minha avó já dizia). E o que se resume dessas 111 páginas restantes. Assustador. Minha revolta é ainda maior porque a Revista Veja publicou uma resenha elogiando o livro. E costumo acreditar nesta revista. Mais assustador ainda.
sábado, 17 de março de 2012
Limites sem Trauma
Esperei ansiosa e pacientemente os 6 dias da compra até a entrega do livro Limites sem Trauma da Tania Zagury. Era a resposta para as minhas perguntas: Como fazer o Bernardo comer? Como ensiná-lo a não gritar quando contrariado? Ele chegou hoje pela manhã. Li nesta tarde durante o soninho do Bernardo.

Impresso em letras grandes e espaço duplo com amplas margens e folhas brancas marcando o início de cada capítulo, promete, nas primeiras 52 páginas ser uma inovação na pedagogia infantil, pois mostrará como se comportar diante dos filhos para que sejam crianças felizes e responsáveis, diferente das obras até então escritas que limitavam-se a dizer o que não fazer. A partir da página 59 (sim porque entre a 52 e a 59 só temos páginas em branco e um título) a autora nos mostra como superar tais dificuldades: dando limites. Limites esses que não acabarão com os escândalos, as birras, os choros ou as brigas, mas se esperarmos pacientemente por ANOS (!!), deixarão se existir. (isso me lembra do famoso quando casar, sara, que a minha avó já dizia). E o que se resume dessas 111 páginas restantes. Assustador. Minha revolta é ainda maior porque a Revista Veja publicou uma resenha elogiando o livro. E costumo acreditar nesta revista. Mais assustador ainda.
Impresso em letras grandes e espaço duplo com amplas margens e folhas brancas marcando o início de cada capítulo, promete, nas primeiras 52 páginas ser uma inovação na pedagogia infantil, pois mostrará como se comportar diante dos filhos para que sejam crianças felizes e responsáveis, diferente das obras até então escritas que limitavam-se a dizer o que não fazer. A partir da página 59 (sim porque entre a 52 e a 59 só temos páginas em branco e um título) a autora nos mostra como superar tais dificuldades: dando limites. Limites esses que não acabarão com os escândalos, as birras, os choros ou as brigas, mas se esperarmos pacientemente por ANOS (!!), deixarão se existir. (isso me lembra do famoso quando casar, sara, que a minha avó já dizia). E o que se resume dessas 111 páginas restantes. Assustador. Minha revolta é ainda maior porque a Revista Veja publicou uma resenha elogiando o livro. E costumo acreditar nesta revista. Mais assustador ainda.
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